Tecnologia

“Let’s make IT done”

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Sediada em Lisboa, a Altyra está há seis anos no mercado como especialista no
desenvolvimento de software e consequente transformação digital das empresas. Pedro
Alves, Chief Technology Officer, conversou com a revista Qualidade & Inovação sobre a
paixão pelo mundo empresarial e pela área de IT, a equipa, os elementos diferenciadores,
bem como os objetivos a médio/longo prazo.

O que o motivou a abraçar o mundo empresarial e a lançar o próprio negócio?
A minha área académica é Gestão de Empresas e quando terminei o curso tirei uma especialização em Software, porque sempre fui apaixonada pela área de IT e, por outro lado, sempre gostei do mundo empresarial. Quando acabei a especialização comecei a trabalhar na área ligada ao IT. Trabalhei como IT Manager e depois acabou por surgir a oportunidade de criar a minha empresa, há cerca de seis anos, dentro da experiência que eu tinha na área de desenvolvimento. Tinha pessoas que conheciam o meu trabalho ao longo dos anos e que confiavam nele. Como eu sabia que tinham determinadas necessidades tecnológicas, tudo começou com o preenchimento dessas necessidades. Fazemos sempre software taylor-made, ou seja, feito sempre à medida das necessidades do cliente. Percebendo essas necessidades e como estive sempre do lado do cliente, consegui ter essa perceção do alvo do cliente e foi fácil, para mim, entrar na pele dele.

Qual o vosso core business e quem são os principais clientes?
Nós fazemos o software taylor-made, ou seja, conseguimos identificar junto do cliente quais são as necessidades que esse cliente tem de se transformar digitalmente. Verificamos como é que através de ferramentas digitais conseguimos acabar com essa “dor” do cliente. Para cada problema há uma solução específica e funciona sempre através de um briefing. Existe uma relação que é criada com o cliente. Entramos dentro do processo como se fôssemos o próprio cliente para sentir do lado dele quais são as necessidades e é aí que apresentamos essas ferramentas que vão ajudar a fazer a disrupção do que é tradicional para o tecnológico. Não temos uma ferramenta para todos, nem adaptamos. Criamos do zero toda a ferramenta em específico para cada um deles. Temos clientes como empresas públicas, temos associações, entidades não governamentais, empresas privadas, pequenas e médias empresas. Há um leque muito grande e independentemente da dimensão da empresa estamos presentes para cada um deles.

Como descreve a equipa que integra a Altyra?
Somos cerca de 15 pessoas e dominamos todos a mesma tecnologia. A maior parte são programadores, depois temos administrativas e designers. Cada vez mais sentimos que o cliente utiliza a ferramenta de forma intuitiva. Através dos designers conseguimos criar o software taylor-made. Queremos passar uma ferramenta agradável para o utilizador.
Também temos parceiros que estão na área de software e que nos ajudam a implementar a instalação dos circuitos de comunicação, ou seja, são especialistas naquela área.

O que vos torna diferentes junto dos restantes players do mercado?
O que nos torna diferenciadores é a ligação ao cliente. Nós vestimos a camisola desde o primeiro momento em que temos o contacto. Isto vem da minha experiência anterior e entramos no cliente como se fôssemos mais um colaborador da empresa. Se falarmos com o cliente é isso que eles sentem, que foi de encontro ou acima da expectativa que eles tinham

De que forma pretendem posicionar-se no mercado a médio/longo prazo?
Queremos crescer para termos mais capacidade de resposta e isso implica ter uma estrutura maior para dar mais apoio aos clientes. Outro dos objetivos que temos a médio longo/prazo é a internacionalização da Altyra, pois acreditámos que dessa forma abriremos um mundo de oportunidades.